E ela se perdia em tanta bagunça, em tantos sonhos, decepções, ilusões. Ela se perdia de si mesma, ela se perdia sempre que tentava se ajeitar. Ela sempre bagunçava mais quando tentava arrumar a bagunça. Ela era ao contrario, sorria quando devia desabar, desabava quando pequenas coisas a atingiam. Ela era hora criança hora adulta. Tinha um grande coração, mais todo ocupado por falsos amores. Ela aparentava felicidade, transmitia uma sensação de conforto ao falar. Ela sempre queria o que não podia ter e tinha o que não queria. Ela era realmente muito confusa.